quinta-feira, 3 de setembro de 2015

PESQUISADORES BRASILEIROS ATUANDO NA MELHORIA DA COMPETITIVIDADE DO PRODUTOR BRASILEIRO

Pesquisa desenvolve sistema de secagem de café sustentável e acessível
Desenvolvida pela Embrapa Rondônia, a Barcaça Seca Café, uma grande estrutura móvel que encobre o terreiro, apresenta praticidade de operação, garante a qualidade do grão durante todo o processo, além de operar a um custo viável aos produtores. Projetada para proporcionar uma secagem com qualidade do grão, o invento possui facilidade de manuseio por meio de cobertura móvel que pode ser adaptada a qualquer terreiro de cimento convencional, tradicional em propriedades que cultivam o café.
Além dessa base, o mecanismo é composto por uma estrutura metálica e telhas de plástico transparentes ou lona de plástico. "Este terreiro é uma tecnologia viável para o produtor, pois diminui mão de obra, é um processo de secagem com qualidade e de baixo custo e ecologicamente sustentável, pois utiliza a luz do sol", argumenta o pesquisador da Embrapa Rondônia responsável por esta tecnologia, Enrique Alves.
Trata-se de uma alternativa ecologicamente sustentável quando comparada aos métodos mais utilizados pelos cafeicultores no Brasil, que são o terreiro suspenso, o de cimento, a estufa e o secador a lenha de fogo indireto. Essa tecnologia demonstrou ser eficiente e acessível para os cafeicultores que buscam aprimorar a qualidade do café.
Custos de operação
A estrutura tem custo de operação de R$ 13 por saca, em média, e proporciona uma secagem homogênea e sem fermentação, gerando um produto de boa qualidade de bebida. Para que seja possível uma comparação, o pesquisador calculou o custo médio também de outros métodos de secagem do café e o secador a lenha de fogo direto ou indireto apresentou um custo aproximado de R$ 17 por saca. Apesar de ser um sistema de alto rendimento, o secador mecânico, de lenha ou carvão, demanda maior investimento no momento da aquisição, necessita de combustível, lenha ou carvão, o que pode ser um problema em regiões em que essa matéria-prima não é abundante. Alves ressalta ainda que o café obtido nesse sistema é de baixa qualidade, quando não se respeita as recomendações técnicas de secagem, como a temperatura adequada, e se utiliza fornalha de fogo direto, o que lança fumaça na massa de grãos.
A secagem terceirizada no operador do secador mecânico fica em média R$ 25 por saca, com a desvantagem de que nesse sistema há grande distância dos pontos de secagem até a propriedade rural, além do uso indiscriminado de altas temperaturas, que costumam ultrapassar os 200°C, bem acima da temperatura recomendada, entre 35°C e 40°C, gerando um café de baixíssima qualidade.
Já o terreiro suspenso coberto propicia um café de qualidade, porém, o processo é mais lento e apresenta um custo aproximadamente 30% superior ao da Barcaça Seca Café.
Já os custos da operação da secagem no terreiro de cimento são compatíveis aos da Barcaça Seca Café, mas o contato dos grãos com a chuva, após iniciado o processo, pode facilitar a proliferação de fungos e a fermentação, o que deprecia a qualidade de bebida.
As estufas com coberturas plásticas transparentes vêm se tornando cada dia mais popular por proporcionar uma secagem de qualidade, entretanto, o pesquisador alerta para um problema de saúde. "O trabalhador tende a sofrer efeitos do estresse de temperatura interna superior a 50°C. Isso torna o ambiente desagradável e insalubre nos momentos de manejo do café, principalmente nos horários de alta radiação solar. Já a Barcaça não oferece esse problema, pois a cobertura móvel facilita o momento da movimentação dos frutos e grãos durante o processo de secagem", explica Alves.
Custos de instalação
A Barcaça Seca Café tem custo de instalação superior ao terreiro suspenso e ao de cimento tradicional, mas o pesquisador explica que as vantagens com a redução de mão de obra, a facilidade de operação e a garantia de qualidade num processo de secagem em temperatura adequada e viável mesmo ao pequeno produtor, oferecem uma razão custo/benefício vantajosa.
O pesquisador usa como exemplo um pequeno produtor com área de seis hectares de café e produtividade media de 50 sacas por hectare. Ele teria uma produção de 500 sacas por safra e, considerando o custo de secagem médio de R$25 por saca de café beneficiado, resultaria no total de R$12.500 em serviço terceirizado em secadores mecânicos.
O custo estimado de secagem por meio da Barcaça Seca Café é R$13 por saca beneficiada, o que proporciona uma economia de quase 50%. "O cenário fica ainda melhor se pensarmos que o próprio produtor pode realizar o processo de secagem incorporando esse valor à sua renda. A economia poderia amortizar o investimento na Barcaça Seca Café em poucos anos. Além disso, com a produção de café com qualidade, há grande possibilidade de valor agregado na hora da venda do grão", afirma Enrique Alves.
Vantagens adicionais
A diminuição da utilização de mão de obra no manuseio da Barcaça Seca Café é outra vantagem a ser considerada. Com a tecnologia, não é necessário fazer a amontoa do café nos períodos de chuva, ou mesmo durante a noite. O telhado móvel permite cobrir e descobrir o terreiro, já as roldanas, localizadas na base do mecanismo, oferecem leveza à grande estrutura e são necessárias apenas duas horas diárias de mão de obra durante os quatro primeiros dias e uma hora para os demais.
Outro benefício para o produtor é a utilização de energia solar, proporcionando a secagem em temperatura próxima à ideal e sem gerar poluentes. O equipamento permite ainda a secagem de grãos, como arroz, feijão, entre outros.
Pensada para o pequeno e médio produtor, que poderiam escalonar sua colheita de acordo com o avanço do índice de maturação dos frutos nos diferentes talhões, a tecnologia também se adequa muito bem ao grande produtor que trabalha com cafés diferenciados, uma vez que a Barcaça proporcionaria uma segregação do café em pequenos lotes, separação que não seria possível com um secador mecânico convencional.




Fotos: Fazenda Capoeira Coffe

10 RAZÕES PELAS QUAIS PESSOAS QUE BEBEM CAFÉ SÃO MAIS PROPENSAS A SER BEM SUCEDIDAS

1. São mais ativas fisicamente
Quando a cafeína entra em sua corrente sanguínea, age como combustível. Também aumenta o nível de adrenalina em seu corpo, para melhorar significativamente o seu desempenho físico. Alguns sugerem que você tome uma xícara de café cerca de uma hora antes de ir para a academia ou praticar um exercício físico.
2. Têm menos riscos para a saúde
De acordo com alguns estudos, as pessoas que bebem café tendem a ter um menor risco de diabetes tipo 2. Na sequência desse relatório, os estudos também mostraram que os diabéticos tinham menos probabilidade de morrer da doença, se bebiam café. Café também funciona contra a doença cardiovascular.
3. São mais espertos
A cafeína do café bloqueia adenosina no cérebro, que é um transmissor inibitório. É por isso que os bebedores de café têm níveis mais elevados de energia. Seus cérebros funcionam em níveis significativamente mais elevados. Café melhora o tempo de reação, memória e função cognitiva geral.
4. Têm cérebros mais saudáveis
Estudos têm demonstrado que café funciona contra doenças cerebrais, como Alzheimer e Parkinson. Embora não haja cura para estas doenças, os bebedores de café têm menos probabilidade de desenvolvê-las.
5. Têm menos crises de depressão
De acordo com um estudo de Harvard, beber várias xícaras de café pode reduzir o risco de suicídio em homens e mulheres em cerca de 50 por cento. Beber xícaras de café mantém seus espíritos elevados, e diminui em 10% a tendência d depressão. Embora a proteção de depressão não possa ser atribuída à cafeína, de acordo com pesquisadores, o efeito de aumento de humor do café pode ser atribuído a seus antioxidantes.
6. Têm maior expectativa de vida
De acordo com estudos e com base nos benefícios para a saúde ligados a ingestão de café, pessoas que bebem café têm uma vida útil mais longa, pois são menos suscetíveis a morte prematura e efeitos negativos das doenças do coração, ingestão de colesterol e pressão arterial.
7. Não são propensas à obesidade
Lentidão e obesidade não pertencem ao bebedor de café. Na maioria dos suplementos de queima de gordura, você vai encontrar cafeína. De acordo com estudos, a cafeína é uma substância de queima de gordura que aumenta a sua taxa metabólica e aumenta a sua queima de gordura
8. São companhias divertidas e interessantes
De acordo com um estudo realizado no Reino Unido, pessoas que bebem café são parceiros de trabalho mais interessantes e acrescentam mais diversão para o local de trabalho. Eles tendem a gostar de trabalhar em equipe e envolvem outras pessoas em uma discussão ou atividade.
9. Ganham mais dinheiro
Em um estudo sobre os trabalhadores realizado no Reino Unido, descobriu-se que os bebedores de café ganham £ 2.000 a mais do que os que bebem chá. De acordo com o estudo, os bebedores de café têm menos probabilidade de se atrasar para o trabalho do que bebedores de chá.
10. São grandes empreendedores
Em um artigo do Guardian, nota-se que o consumo de café é parte da identidade de grandes empreendedores. Com uma necessidade desesperada de tempo, uma xícara de cafeína é o que impulsiona o início de seus dias. Ao invés de lentamente rolar para fora da cama, o bebedor de café está pronto para atender seus objetivos o mais rápido possível

SOMOS PEÇA CHAVE NA PRODUÇÃO MUNDIAL DE CAFÉ

Quais são os tipos de café?
Existem inúmeras espécies de café cultivadas no mundo, mas no Brasil conhecemos apenas duas: o café Arábica (Coffea Arábica) e Café Robusto (Conillon). Cada espécie, por sua vez, tem um grande número de variedades e linhagens.
O Arábica produz cafés de melhor qualidade, mais finos e requintados. Tem grãos de cor esverdeada, é cultivado em regiões com altitude acima de 800m e é originário do Oriente, de onde resulta seu nome (Etiópia, Yemem).
O robusta é originário da África, tem um trato mais rude e pode ser cultivado ao nível do mar (altitudes mais baixas). Não possui sabores variados e refinados como o arábica, dizendo-se que tem um “sabor típico e único”. Sua acidez é mais baixa e, por ter mais sólidos solúveis, é utilizado intensamente nos cafés solúveis. Seu teor de cafeína é maior do que nos arábicas.
O café colombiano também é o Arábica, mas diferencia-se pela colheita, que é manual, só se colhem os grãos maduros e tem o solo dos Andes, com muito húmus, que propicia sabor especial ao café.


Foto: Fazenda Capoeira Coffe

Marisa Helena Contreras

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Os SABORES E ENCANTOS DO CAFÉ

Aroma de café estimula áreas de prazer no cérebro
A bebida tem mais de 200 componentes que são liberados no ar e que podem ser percebidos pelo olfato.
O café virou mania no mundo inteiro. Mais ainda, entre os brasileiros. Acredite: os brasileiros tomam 430 milhões de cafezinhos por dia. E é esse consumo que está despertando a atenção de pesquisadores. É que, nesse aspecto, segundo os pesquisadores, não existe substância mais rica na natureza. 
cérebro está sendo mapeado em exames de ressonância magnética de alta qualidade. Os pesquisadores adaptaram um equipamento de anestesia para levar o aroma até os voluntários, que devem permanecer imóveis dentro do aparelho. A diferença é que, em vez de anestésico, eles inalam café enquanto são examinados.
Podemos detectar o efeito do café em vários circuitos cerebrais. A primeira região é a da percepção olfativa, chamada córtex olfativo, onde o cheiro é percebido. Qualquer tipo de cheiro ativa essa região.
O efeito é bem claro: qualquer cheiro é capaz de ativar os pontos. O que chama mesmo a atenção dos pesquisadores é a potência com que o aroma do café atinge, também, outras regiões do cérebro.
A ativação das áreas do prazer acontece no tronco cerebral. São áreas que respondem fortemente a estímulos prazerosos. De certa forma, foi surpreendente ver que mesmo um aroma sutil, entregue através de vários tubos dentro de um aparelho de ressonância magnética, ativa de forma tão robusta essas regiões do prazer. As áreas chamadas áreas do prazer e da recompensa são ativadas por diversos estímulos prazerosos. Até a música prazerosa, por exemplo, ativa essas regiões. Sexo e diversos tipos de prazer são ativos nessas regiões, que são ricas em dopamina.
Café, sexo, drogas e rock’n’roll?
Mexe-se tanto com o prazer humano, poderia o café ser fonte de um remédio natural e eficiente para promover a felicidade? A chamada medicina das emoções deve estar bem interessada nisso.





Marisa Helena Contreras

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Valorização de pessoas e origens.

Durante os primeiros seis meses do ano, a marca de café mais famosa da Colômbia, Juan Valdez, que pertence aos cafeicultores, conseguiu consolidar seu crescimento e força no mercado nacional e internacional, registrando máximos históricos em termos de lucros operacionais, lucro líquido e Ebitda (indicador financeiro que representa quanto uma empresa gera de recursos através de suas atividades operacionais, sem contar impostos e outros efeitos financeiros), o que mantém a tendência de crescimento observada em períodos anteriores.

O bom desempenho da companhia se refletiu nos lucros obtidos durante o primeiro semestre, que alcançaram 97,313 bilhões de pesos (US$ 32,99 milhões), 25% a mais do que os 77,849 bilhões de pesos (US$ 26,39 milhões) obtidos no mesmo período de 2014.

Com relação ao Ebitda, houve aumento de 19%, passando de 9,099 bilhões de pesos (US$ 3,08 milhões) para 10,788 bilhões de pesos (US$ 3,66 milhões).

A estratégia de expansão é um dos pilares que mais tem contribuído para o crescimento positivo da Juan Valdez durante esse ano. No primeiro semestre, foi aberta a primeira loja em San José da Costa Rica e o plano de negócios contempla pelo menos 15 nos próximos cinco anos; além disso, destaca-se a abertura de seis novas lojas nos aeroportos de Barranquilla, Medellín e Nuevo Dorado de Bogotá.

No total, foram inauguradas 11 lojas na Colômbia e quatro em países como Chile, Kuwait, El Salvador e Equador, o que permitiu chegar a 322 lojas em operação a nível global.

“Durante esse primeiro semestre do ano, reforçamos nossa estratégia de expansão de lojas e também apostamos fortemente nas alianças estratégicas com o propósito de continuar sendo o lugar preferido para desfrutar da experiência autêntica do café premium colombiano. Esses resultados positivos nos mostram que estamos em um bom caminho e seguimos gerando valor aos cafeicultores colombianos, que são nossa razão de ser”, disse o presidente da Procafecol, Hernán Méndez.

A Juan Valdez vem apostando na inovação constante. Por isso, empreendeu um plano de construção de alianças orientadas a exaltar o trabalho dos cafeicultores, a cultura colombiana e o sabor do café premium. Neste sentido, durante o que já foi de 2015, consolidou alianças como as dos chefs Rausch, que permitiu criar uma nova linha de produtos chamada FresquíZimos; com a reconhecida designer Mercedes Salazar, que criou uma coleção de acessórios em homenagem aos cafeicultores; e a temporada Hershey’s, que permitiu criar novas sensações acerca do café.

O lucro líquido acumulado no primeiro semestre alcançou o valor histórico de 5,119 bilhões de pesos (US$ 1,74 milhão), valor superior em 3,051 bilhões de pesos (US$ 1,03 milhão) ao lucro do primeiro semestre de 2014, de 1,618 bilhão de pesos (US$ 548.454); isso equivale a um crescimento de 216%. Vale destacar que esses lucros são líquidos dos pagamentos de royalties realizados pela marca ao Fundo Nacional de Café para financiar os programas aos cafeicultores, implementados pela Federação Nacional de Cafeicultores. No primeiro semestre do ano, a marca Juan Valdez pagou cerca de 5 bilhões de pesos (US$ 1,69 milhão) em direitos autorais de uso da marca ao Fundo.



Marisa Helena Contreras.

Cafeína

A cafeína é um composto químico— classificado como alcalóide do grupo das xantinas e designado quimicamente como 1,3,7-trimetilxantina. É encontrado em certas plantas e usado para o consumo em bebidas, na forma de infusão, como estimulante.

A cafeína apresenta-se sob a forma de um pó branco ou pequenas agulhas, que derretem a 238 °C e sublimam a 178 °C, em condições normais de temperatura e pressão. É extremamente solúvel em água quente, não tem cheiro e apresenta sabor amargo.
Entre o grupo das xantinas (que incluem a teofilina e a teobromina) a cafeína é a que mais atua sobre o sistema nervoso central. Atua ainda sobre o metabolismo basal e aumenta a produção de suco gástrico.
Doses terapêuticas de cafeína estimulam o coração aumentando a sua capacidade de trabalho, produzindo também dilatação dos vasos periféricos.
Uma xícara média de café contém, em média, cem miligramas de cafeína. Já numa xícara de chá ou um copo de alguns refrigerantes encontram-se quarenta miligramas da substância. Sua rápida ação estimulante faz dela poderoso antídoto à depressão respiratória em consequência de intoxicação por drogas como morfina e barbitúricos. A ingestão excessiva pode provocar, em algumas pessoas, efeitos negativos como irritabilidade, ansiedade, dor de cabeça e insônia. Os portadores de arritmia cardíaca devem evitar até mesmo dosagens moderadas, ainda que eventuais, da substância. Altas doses de cafeína excitam demasiadamente o sistema nervoso central, inclusive os reflexos medulares, podendo ser letal. Estudos demonstraram que a dose letal para o homem é, em média, de 10 gramas


Marisa Helena Contreras.

Tipos de torra.

No processo de torra diversas substâncias são formadas e/ou eliminadas compondo as categorias da bebida. O processo de torra define as diferenças e as características do produto, tais como: sabor, acidez, aroma e corpo.

A qualidade final da bebida, intrinsecamente relacionada à composição dos grãos torrados, é influenciada pelas características da matéria-prima e pelas condições de processamento pós-colheita. 

O grau de torra afeta diretamente o sabor do café, determina como o grão foi torrado definindo os vários compostos que são extraídos durante a formação da bebida. Está diretamente associado com a cor do grão torrado, em condições normais de grãos de boa qualidade.
Fica claro, portanto, que uma torra bem feita é primordial para que se obtenha o melhor de cada grão ou blend. Na terminologia de provadores de café não existe uma padronização definida dos diferentes graus de torra.
 
A combinação de várias opiniões resulta nas seguintes possibilidades:

Light – utilizada somente para cafés extremamente finos, delicados e de altíssima qualidade. O café torrado nesta maneira tem alta acidez e baixo corpo. 

Medium – conhecida também como marrom ou regular, ela apresenta diferentes tonalidades sem o surgimento de óleos nos grãos. Pode ser considerada “Torra Americana” ou “city” quando for um pouco mais torrada que o grau “medium”.

Viennese – torra salpicada com pontos castanhos escuros e apresenta um pouco de óleo na superfície do grão. Também é conhecida como “light French”ou “Full-city”.

Dark – pode receber outros nomes tais como Espanha, Cuba; Marrom profundo ou “French-roasted. 

Como o próprio termo diz, trata-se de um torra mais escura com um pouco de óleo na superfície.
Continental – apresenta uma cor de chocolate amargo e recebem vários outros termos: “Double-rosted”; “High”; Versão Americana: “French-roast”, “New Orleans roast”, “European”. Também é descrita como: Very dark, Dark French, Heavy e Italiana.
Italiana - apesar de apresentar uma cor bem escura, ela não chega a ser preta e contém bastante óleo. 

Ás vezes pode ser chamada de “Espresso Roasts”.


Marisa Helena Contreras.